Audiência pública debaterá contingente mínimo para a PM

por Igor_Cruz — publicado 03/06/2015 19h23, última modificação 03/06/2015 19h23
Deputado Léo Moraes convidou a população em geral para debater a situação da segurança pública...

 

O deputado Léo Moraes (PTB) conclamou a participação de autoridades e da comunidade em geral na audiência pública sobre Segurança Pública, a ser realizada na próxima segunda-feira (8) às 9h, no plenário da Assembleia Legislativa. Dentre outros temas a serem abordados, ele destacou a discussão de elaboração de um projeto de lei que estabelece o contingente mínimo para o Corpo de Bombeiro Militar, Polícia Militar e Polícia Civil.

De acordo com o deputado Léo Moraes, ao se estabelecer uma lei fixando o contingente mínimo que deve ser adotado para o Corpo de Bombeiro Militar, Polícia Militar e Polícia Civil, estará sendo assegurado um dispositivo contundente para o enfrentamento da insegurança pública reinante atualmente, diante do aumento das diversas modalidades de crimes em todo o Estado.

De acordo com o parlamentar, legislar exigindo o mínimo de contingente é ir ao encontro desta sensação de insegurança. Ele acrescentou que existem estudos mostrando que o contingente atual é muito inferior ao necessário para se garantir eficácia no sistema de segurança.

“Destaco aqui o caso de Porto Velho, uma cidade com grande dimensão territorial, e com um efetivo policial abaixo do desejável. Este projeto será um divisor de águas na segurança pública. Trata-se de uma política de Estado”, afirmou o parlamentar.

Em aparte, o deputado Lazinho da Fetagro (PT) declarou seu apoio ao projeto que fixa o contingente mínimo nas polícias. O deputado Adelino Follador (DEM) falou sobre o grande período de espera, para a liberação de corpos enviados as unidades do Instituto Médico Legal no interior. A deputada Lúcia Tereza (PP), também hipotecou apoio ao projeto e destacou o sofrimento das famílias que tenham parentes mortos, e que ficam horas a espera pela liberação dos corpos.  Já o deputado Dr. Neidson (PTdoB) disse que grande parte das regiões do Estado tem deficiência de peritos, e citou o caso de Rolim de Moura, que conta com apenas um médico legista para atender sete municípios.

 

ALE/RO - DECOM - [Paulo Ayres]

Foto: José Hilde

Adicionar Comentário

Você pode adicionar um comentário preenchendo o formulário a seguir. Campo de texto simples.