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Lazinho da Fetagro pede Estado livre sem vacinação da febre aftosa

por Igor_Cruz — publicado 08/03/2017 15h47, última modificação 08/03/2017 15h47
Segundo o parlamentar Rondônia já possui as condições necessárias para atingir este patamar...


Rondônia já pode pleitear o título de livre de febre aftosa sem vacinação, declarou o deputado Lazinho da Fetagro (PT) durante seu pronunciamento na sessão ordinária desta quarta-feira (8), no Plenário da Assembleia Legislativa.

O parlamentar destacou que em 2005 o Estado teve o título de livre com vacinação e em 2017, “chegamos há 14 anos livre com vacinação. Portanto, nada mais justo Rondônia reivindicar junto aos organismos nacionais e internacionais o título de livre de febre aftosa sem vacinação”.

Lazinho falou do trabalho constante e firme dos técnicos, que com muita luta e mesmo sem as estruturas necessárias, “fizeram com que o estado chegasse a este patamar”.

“O preço da carne pago ao produtor em Rondônia é baixo. Tivemos uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) onde constatamos o cartel. A CPI no Mato Grosso também constatou. Tudo o que é feito para valorizar nosso rebanho acaba em prejuízo”, reafirmou o parlamentar.

Para Lazinho, Rondônia tem “condições claras, humanas e técnicas para aumentar a fiscalização”. Por isso, convocou aos demais parlamentares para discutir este e outros temas relevantes ao agronegócio no próximo dia 23 em Ji-Paraná, no Instituo Federal de Educação (IFro), a partir das 9h.

“Conclamo aos cidadãos e a todo o setor produtivo para juntos discutirmos esta situação, até para valorizar o preço de nossa carne. O mercado internacional vai valorizar nossa carne, reafirmou Lazinho.

“Estamos preparados para entrar neste embate, nesta discussão”, disse. Para ele é preciso colocar a agência como fiscalizadora, mas que faltam técnicos e estrutura. “Hoje a agência se preocupa única e exclusivamente com a vacinação. Com isso não consegue atuar em outras áreas fiscalizatórias como o vazio da soja e brucelose”, argumentou.

 

Concursos

O parlamentar também comentou sobre a fábrica de ganhar dinheiro no Brasil e em Rondônia, que se transformou os concursos públicos. “É comum vários órgãos realizarem concurso e não chamam ninguém. Porém são milhares de pessoas que participam de concurso e nada acontece”.

Para ele é preciso prestar contas à sociedade por parte destas empresas, pois como está se tornou somente em uma forma de recolher dinheiro do povo.

 

ALE/RO - DECOM - [Geovani Berno]

Foto: Ana Célia

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